Como escolher um anticoncepcional adequado?

contraceptivo

Antes de apresentar alguns métodos contraceptivos, é preciso alertar sobre a importância de se consultar um ginecologista, que além de fazer um acompanhamento à saúde da mulher, (principalmente quando se tem uma vida sexual ativa) ele poderá indicar o método mais adequado para cada organismo e situação do momento.

Métodos Contraceptivos:

Camisinha

É um método muito eficaz, sem efeitos colaterais e recomendado tanto para evitar a gravidez, como também para prevenir doenças sexualmente transmissíveis.

Pílula

É o método anticoncepcional mais popular. Deve ser tomada todos os dias e de preferência no mesmo horário. Se esquecer, corre o risco de engravidar. Em algumas mulheres causam efeitos colaterais, como dor de cabeça, enjoos, aumento de peso, alterações de humor, interferência no fluxo menstrual, etc.

Existem 2 tipos de pílula anticoncepcional oral: A pílula combinada, que contém estrogênio e progestogênio, e a minipílula, que tem apenas progestogênio, Geralmente recomendada para o uso durante a amamentação, em fumantes e após os  35 anos.

É importante frisar que alguns tipos de medicamentos podem diminuir a eficácia dos contraceptivos orais ou também acontecer que o anticoncepcional interferira na ação do medicamento. É importante consultar o médico para saber mais sobre cada composição. Neste caso, use a caminha para evitar a gravidez.

A pílula também pode ser usada para reduzir o fluxo menstrual, amenizar os sintomas de TPM e a dor durante a menstruação, regular o ciclo menstrual e evitar a doença inflamatória pélvica, cistos ou câncer do ovário;

Implante Anticoncepcional

É um método eficaz de prevenção da gravidez, mas só pode  ser feito com a ajuda do ginecologista. É feito através de um pequeno implante (bastonete de silicone) introduzido na pele,  sob anestesia local, na parte interna do braço, liberando lentamente o hormônio no sangue. Podendo permanecer no braço até 3 anos, impedindo a ovulação e entrada dos espermatozoides no útero.

É um excelente método para mulheres que se esquecem de tomar o comprimido, que estão amamentando e que têm doenças mentais ou problemas gastrointestinais. O uso do implante é bem prático. É um pouco mais caro que os outros métodos. Mas há algumas vantagens, como: Evita o problema de esquecimento de usar o anticoncepcional, melhora os sintomas da TPM, permite que a mulher amamente e impede a menstruação. Porém, não é recomendado o uso por mulheres que possuam trombose venosa ativa, ou que tenha alguma doença no fígado grave ou inexplicada, sangramento vaginal sem causa específica, câncer de mama, durante a gravidez ou em caso de suspeita de gravidez.

Dispositivo intrauterino (DIU)

É um método contraceptivo muito eficaz, onde o médico introduz um dispositivo de plástico, em forma de T, no útero pelo ginecologista e que pode permanecer durante cerca de 5 anos mantendo a sua eficácia. O dispositivo libera cobre ou um tipo de progesterona para aumentar a ação contraceptiva do dispositivo. Não causa desconforto e são apropriados para as mulheres que não querem ou não podem usar o estrogênio e, além disso, podem ser usados por quem que nunca teve filhos e não interfere no ato sexual. Porém não é recomendado em casos de infecção pélvica, como gonorreia ou clamídia.

Adesivo anticoncepcional

O adesivo é bastante eficaz, funciona liberando os hormônios estrogênio e progestogênio para a corrente sanguínea através da absorção da pele, protegendo até 99% contra a gravidez, se usado corretamente. O adesivo é colado na pele no 1º dia da menstruação e trocado depois de 7 dias, colando em outro local. Depois de usar 3 adesivos consecutivos deve-se fazer um intervalo de 7 dias, para então colocar um novo adesivo na pele.

Quando o adesivo anticoncepcional  libera hormônios, impedem a ovulação, além de tornarem o muco cervical mais espesso, evitando que os espermatozoides consigam chegar até ao útero, diminuindo muito as chances de gravidez.

Injeção de anticoncepcional

Essa opção consiste na aplicação de uma injeção via intramuscular, com hormônios a cada mês ou a cada 3 meses. É impedida a liberação de óvulos no período fértil,  tornando o muco do colo do útero mais espesso, evitando, assim, a gravidez.

A injeção deve ser usada de acordo com a orientação do ginecologista, variando de acordo com o ciclo menstrual da mulher e se ela faz uso de outro método contraceptivo.

É importante lembrar que é  apesar de alguns anticoncepcionais serem muito eficazes na prevenção de uma gravidez indesejada. É sempre  recomendado que seja utilizado em todas as relações sexuais, o uso de preservativos (camisinhas) pois além de prevenir gravidez, previne também contra infecções sexualmente transmissíveis.

Não esqueça de consultar a cada 6 meses ou um ano, seu ginecologista. Realize os exames preventivos de câncer e outros de rotina.  Tire suas dúvidas quanto ao uso do preventivo, gravidez e DST’s.

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